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Apostila INCA ( Superior ) Parte 3
Apostila para o INCA - Instituto Nacional do Câncer - Analista, Pesquisador,
Tecnologista, Assistente e Técnico - 2009
Apostila criada conforme o edital, com todas disciplinas.
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Observação: Cada apostila contem seu material basico
e especificio para apenas um cargo a baixo.
CARGO 21: TECNOLOGISTA JÚNIOR – ÁREA: ENFERMAGEM –
CENTRO CIRÚRGICO
CARGO 22: TECNOLOGISTA JÚNIOR – ÁREA: ENFERMAGEM –
CUIDADOS PALIATIVOS
CARGO 23: TECNOLOGISTA JÚNIOR – ÁREA: ENFERMAGEM –
CTI ADULTO E PEDIÁTRICO
CARGO 24: TECNOLOGISTA JÚNIOR – ÁREA: ENFERMAGEM CÉLULA
TRONCO E HEMATOPOÉTICA
CARGO 25: TECNOLOGISTA JÚNIOR – ÁREA: ENFERMAGEM DE PESQUISA
CLÍNICA
CARGO 26: TECNOLOGISTA JÚNIOR – ÁREA: ENFERMAGEM –
ONCOPEDIATRIA
CARGO 27: TECNOLOGISTA JÚNIOR – ÁREA: ENFERMAGEM –
ONCOLOGIA CIRÚRGICA
CARGO 28: TECNOLOGISTA JÚNIOR – ÁREA: ENFERMAGEM –
ONCOLOGIA CLÍNICA
CARGO 29: TECNOLOGISTA JÚNIOR – ÁREA: ESTATÍSTICA
– SAÚDE PÚBLICA ÊNFASE EM BIOESTATÍSTICA
CARGO 30: TECNOLOGISTA JÚNIOR – ÁREA: FARMÁCIA HOSPITALAR
CARGO 31: TECNOLOGISTA JÚNIOR – ÁREA: FÍSICA OU FÍSICA
MÉDICA – AUDITOR DE QUALIDADE EM RADIOTERAPIA
CARGO 32: TECNOLOGISTA JÚNIOR – ÁREA: FÍSICA OU FÍSICA
MÉDICA – MEDICINA NUCLEAR
CARGO 33: TECNOLOGISTA JÚNIOR – ÁREA: FÍSICA OU FÍSICA
MÉDICA – RADIOLOGIA
CARGO 34: TECNOLOGISTA JÚNIOR – ÁREA: FÍSICA OU FÍSICA
MÉDICA – RADIOTERAPIA
CARGO 35: TECNOLOGISTA JÚNIOR – ÁREA: FISIOTERAPIA
CARGO 36: TECNOLOGISTA JÚNIOR – ÁREA: FONOAUDIOLOGIA
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Enviamos para todo Brasil de 3 a 5 dias via correios ou via download
ou e-mail em 24 horas.
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Nivel: Médio, Superior
Total de Vagas: 191 vagas imediatas
Data de Inscrições: de 21/01/2010 a 03/02/2010
Data da Prova: 14/03/2010
Taxa de Inscrição: de R$ 60,00 a R$ 110,00
Salário: de R$ 1.331,97 a R$ 10.190,40
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Conteudo da apostila:
LÍNGUA PORTUGUESA:
Compreensão e interpretação de textos.
Tipologia textual.
Ortografia oficial.
Acentuação gráfica.
Emprego das classes de palavras.
Emprego do sinal indicativo de crase.
Sintaxe da oração e do período.
Pontuação.
Concordância nominal e verbal.
Regência nominal e verbal.
Significação das palavras.
LEGISLAÇÃO DO SUS:
Lei nº 8.080/90 e Lei nº 8.142/90.
Pacto pela Vida em Defesa do SUS e de Gestão.
Política Nacional de Atenção Oncológica.
Rede de Atenção Oncologica.
Constituição Brasileira: arts. 196 a 200.
Código de Ética do Serviço Público.
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CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS
TECNOLOGISTA JÚNIOR – ÁREA: ENFERMAGEM –
ESPECIALIDADE: CENTRO CIRÚRGICO: I ONCOLOGIA GERAL.
O problema do câncer no Brasil e ações de prevenção
primária e secundária no controle do câncer.
Oncogênese.
Assistência de enfermagem em radioterapia.
Assistência de enfermagem em quimioterapia.
Assistência de enfermagem em cateter venoso central.
Assistência de enfermagem em oncohematologia.
Assistência de enfermagem em oncologia cirúrgica.
Emergências oncológicas.
Bioética.
Assistência de enfermagem em cuidados paliativos.
Assistência de enfermagem no controle de sintomas.
Sistematização da assistência de enfermagem em oncologia.
II CENTRO CIRÚRGICO (CC).
Planejamento estrutural do CC (Infra- estrutura básica - equipamentos
e planta física).
Dimensionamento de recursos humanos e recursos materiais.
Gerenciamento da programação cirúrgica.
Monitoração das causas de suspensão e cancelamento de cirurgias
eletivas.
Indicadores de qualidade em CC.
Processo de cirurgia segura.
Montagem, desmontagem e circulação da sala de operação.
Biossegurança.
Prevenção e controle de infecção no ambiente do
CC.
Anestesia e analgesia.
Posicionamento do paciente para cirurgia.
Nomenclatura cirúrgica.
Tempos cirúrgicos e seus respectivos instrumentais.
Sistematização da assistência de enfermagem perioperatória
(SAEP).
Recomendações especiais para o ato operatório em cirurgias
oncológicas.
Cirurgias em mastologia oncológica.
Cirurgias torácicas oncológicas (pulmão).
Cirurgias em ginecologia oncológica.
Cirurgias abdominais em oncologia (cirurgias gastrointestinais e hepáticas).
Emergências cirúrgicas oncológicas (traqueostomia e ligadura
de carótida).
Terapia antineoplásica em CC.
Hipertermia maligna.
Recuperação pós-anestésica (Sistematização
da assistência de enfermagem em situações de rotina e nas
complicações
pósoperatórias e anestésicas; índices e escalas
de avaliação na admissão e alta do paciente na RPA).
Processamento de artigos médicos hospitalares para esterilização
(Limpeza, desinfecção, preparo, acondicionamento,
seleção de embalagens).
Processos de esterilização de artigos médicos hospitalares
(Definição, tipos e recomendações).
Armazenamento e distribuição de artigos esterilizados.
Monitoramento e validação dos processos de esterilização.
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TECNOLOGISTA JÚNIOR – ÁREA: ENFERMAGEM –
ESPECIALIDADE: CUIDADOS PALIATIVOS: I ONCOLOGIA GERAL.
O problema do câncer no Brasil e ações de prevenção
primária e secundária no controle do câncer.
Oncogênese.
Assistência de enfermagem em radioterapia.
Assistência de enfermagem em quimioterapia.
Assistência de enfermagem em cateter venoso central.
Assistência de enfermagem em oncohematologia.
Assistência de enfermagem em oncologia cirúrgica.
Emergências oncológicas.
Bioética.
Assistência de enfermagem em cuidados paliativos.
Assistência de enfermagem no controle de sintomas.
Sistematização da assistência de enfermagem em oncologia.
II CUIDADOS PALIATIVOS.
Conceito, histórico, filosofia e bioética em cuidados paliativos.
Assistência de enfermagem no controle de sintomas (dor aguda, dor crônica,
náuseas e vômitos, fadiga, dispneia, constipação
intestinal, mucosite, diarréia, anorexia, alterações cognitivas).
Conduta de enfermagem na evolução clínica dos pacientes
através de instrumentos de avaliação em Cuidados Paliativos
Oncológicos (Karnofsky (KPS), Escala Visual Analógica (EVA), Escala
de Bristol e Escala de Ramsay).
Tratamento e controle de feridas tumorais e úlcera por pressão
no câncer avançado (Protocolo Institucional).
Terapia subcutânea ou hipodermóclise: complicações
e interações medicamentosas Constipação intestinal
no câncer
avançado.
Emergências oncológicas (sangramento, dor, síndrome de compressão
medular e obstrução intestinal maligna).
Cuidados ao fim da vida.
Sedação paliativa ou controlada.
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TECNOLOGISTA JÚNIOR – ÁREA: ENFERMAGEM –
ESPECIALIDADE: CTI ADULTO E PEDIÁTRICO:
ONCOLOGIA GERAL.
O problema do câncer no Brasil e ações de prevenção
primária e secundária no controle do câncer.
Oncogênese.
Assistência de enfermagem em radioterapia.
Assistência de enfermagem em quimioterapia.
Assistência de enfermagem em cateter venoso central.
Assistência de enfermagem em oncohematologia.
Assistência de enfermagem em oncologia cirúrgica.
Emergências oncológicas.
Bioética.
Assistência de enfermagem em cuidados paliativos.
Assistência de enfermagem no controle de sintomas.
Sistematização da assistência de enfermagem em oncologia.
II TERAPIA INTENSIVA ADULTO E PEDIÁTRICA.
Sistematização da assistência de enfermagem em UTI utilizando
diagnósticos de Enfermagem baseados na North American
Nursing Diagnosis Association (NANDA).
Estrutura organizacional e dimensionamento de recursos humanos em UTI.
Questões éticas e legais relacionadas à enfermagem em UTI.
Humanização em terapia intensiva.
A família no contexto da UTI.
Prevenção e controle de infecção em UTI.
Monitorização hemodinâmica não invasiva e invasiva.
Desequilíbrio ácido base e avaliação gasométrica.
Cuidados e avaliação da integridade da pele e ostomias.
Cuidados no transporte intra e extra hospitalar do paciente crítico.
Emergências Oncológicas (Síndrome de veia cava superior,
Lise tumoral, Coagulação Intravascular Disseminada, Síndrome
de compressão medular). 11 Emergências em UTI ( Síndrome
da Resposta Inflamatória Sistêmica, Síndrome da Disfunção
de Múltiplos Órgãos, Choques, Hemorragias, Convulsões,
Arritmias, PCR, Anafilaxia).
Suporte nutricional no paciente crítico.
Controle hidroeletrolítico em UTI.
Métodos ventilatórios não invasivos e invasivos.
Desmame ventilatório.
Sedação e analgesia.
Procedimentos Dialíticos.
Fármacos e drogas vasoativas.
Assistência de enfermagem nas cirurgias oncológicas de alta complexidade
e suas complicações (cirurgias gastrointestinais
e hepáticas, neurocirurgias, cirurgias torácicas e ginecológicas).
Assistência de enfermagem aos pacientes críticos portadores de
hematopatias oncológicas.
Complicações clínicas decorrentes da terapêutica
antineoplásica.
Manipulação, controle e avaliação de cateteres,
sondas e drenos.
Terminalidade em UTI.
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TECNOLOGISTA JÚNIOR – ÁREA: ENFERMAGEM –
ESPECIALIDADE: ENFERMAGEM DE CÉLULA TRONCO E HEMATOPOÉTICA:
ONCOLOGIA GERAL:
O Problema do Câncer no Brasil e Ações de Prevenção
Primária e Secundária no Controle do Câncer.
Oncogênese.
Assistência de Enfermagem em Radioterapia.
Assistência de Enfermagem em Quimioterapia.
Assistência de Enfermagem em Cateter Venoso Central.
Assistência de Enfermagem em Oncohematologia.
Assistência de Enfermagem em Oncologia Cirúrgica.
Emergências Oncológicas.
Bioética.
Assistência de Enfermagem em Cuidados Paliativos em Pacientes Oncológicos.
Assistência de Enfermagem no controle de sintomas.
Sistematização da Assistência de Enfermagem em Oncologia.
II PRINCÍPIOS DO TRANSPLANTE DE CÉLULAS-TRONCO HEMATOPOÉTICAS
(TCTH):
Conduta de enfermagem no manuseio do acesso venoso central de longa e curta
permanência.
Protocolos e condutas terapêuticas específicas dos pacientes submetidos
ao transplante de células tronco hematopoéticas
(TCTH).
Cuidados específicos de enfermagem no controle das toxicidades.
Intervenções do enfermeiro com pacientes submetidos ao TCTH em
terapia intensiva.
Manuseio de equipamentos específicos (bombas infusoras, monitores, espiradores).
Conduta de enfermagem nas hemorragias e infecções no pós-transplante.
Assistência sistematizada do enfermeiro nos procedimentos de aspiração,
descongelamento e infusão de células-tronco
hematopoéticas.
Complicações agudas e tardias do TCTH.
Recuperação medular / preparo para a alta hospitalar.
Ações específicas do enfermeiro na fase pré, trans
e pós-TCTH.
Acompanhamento ambulatorial pré e pós-transplante.
Medidas de precauções contra a transmissão de microorganismos.
Precauções com o paciente neutropênico.
Identificação e intervenção nas alterações
dos parâmetros vitais em pacientes com desordens hematológicas.
Implementação da SAE ao paciente submetido ao TCTH com diagnósticos
de enfermagem baseados na North American
Nursing Diagnoses Association (NANDA).
Processo para captação de gestantes para possível doação
de sangue de cordão umbilical e placentário (SCUP).
Critérios de exclusão e inclusão de doadoras de SCUP.
Técnicas de punção para coleta de sangue de cordão
umbilical e placentário.
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TECNOLOGISTA JÚNIOR – ÁREA: ENFERMAGEM –
ESPECIALIDADE: ENFERMAGEM DE PESQUISA CLÍNICA:
Fundamentos da pesquisa clínica em Oncologia: História da pesquisa
clínica.
Legislações vigentes que abordam a pesquisa clínica.
Instâncias regulatórias governamentais, nacionais e internacionais
relacionadas à pesquisa clínica.
Conceitos de pesquisa clínica.
Fase de estudos clínicos.
Termo de Consentimento Livre e Esclarecido GCP/ICH (Boas Práticas Clínicas
/ Conferência Internacional de Harmonização).
Certificação de envio de material biológico - IATA; Certificação
em Boa Prática Clínica – GCP.
Estatística (processo de aleatorização, tipos de estudos,
testes estatísticos).
Noções em metodologia científica.
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TECNOLOGISTA JÚNIOR – ÁREA: ENFERMAGEM –
ESPECIALIDADE: ONCOPEDIATRIA:
ONCOLOGIA GERAL.
O problema do câncer no Brasil e ações de prevenção
primária e secundária no controle do câncer.
Oncogênese.
Assistência de enfermagem em radioterapia.
Assistência de enfermagem em quimioterapia.
Assistência de enfermagem em cateter venoso central.
Assistência de enfermagem em oncohematologia.
Assistência de enfermagem em oncologia cirúrgica.
Emergências oncológicas.
Bioética.
Assistência de enfermagem em cuidados paliativos.
Assistência de enfermagem no controle de sintomas.
Sistematização da assistência de enfermagem em oncologia.
lI ONCOPEDIATRIA.
Características do câncer na criança e no adolescente.
A assistência humanizada em Pediatria Oncológica.
Sistematização da assistência de enfermagem no pré
e pós-operatório de pacientes pediátricos portadores de
tumores
sólidos.
Tumores sólidos mais frequentes na infância: tratamento; sinais
e sintomas; estadiamento e diagnóstico.
Tumores do SNC: Tumores Neuroectodérmicos Primitivos.
Gliomas do tronco cerebral (meduloblastoma, ependimoma).
Tumores de células germinativas.
Neuroblastoma.
Osteossarcoma.
Retinoblastoma.
Rabdomiosarcoma.
Tumor de Wilms.
Sistematização da assistência de enfermagem para pacientes
pediátricos portadores de hematopatias oncológicas:
Etiologia, sinais e sintomas, procedimentos diagnósticos e tratamento
das leucemias e linfomas.
Modalidades de quimioterapia, definição de resposta e recaídas.
Classificação e complicações das Leucemias na infância.
Linfoma de Hodgkin.
Linfomas não-hodgkin.
Assistência de enfermagem a pacientes neutropênicos.
Assistência de enfermagem a pacientes plaquetopênicos.
Assistência de enfermagem a pacientes em uso de hemocomponentes.
Graus de mucosite e tratamentos.
Terapêutica com fatores de crescimento.
Prevenção e controle de infecções.
Efeitos tardios do tratamento do câncer na criança.
A criança portadora de cateter venoso central de longa permanência.
A criança em cuidados paliativos e a criança com dor.
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TECNOLOGISTA JÚNIOR – ÁREA: ENFERMAGEM –
ESPECIALIDADE: ONCOLOGIA CIRÚRGICA:
ONCOLOGIA GERAL.
O problema do câncer no Brasil e ações de prevenção
primária e secundária no controle do câncer.
Oncogênese.
Assistência de enfermagem em radioterapia.
Assistência de enfermagem em quimioterapia.
Assistência de enfermagem em cateter venoso central.
Assistência de enfermagem em oncohematologia.
Assistência de enfermagem em oncologia cirúrgica.
Emergências oncológicas.
Bioética.
Assistência de enfermagem em cuidados paliativos.
Assistência de enfermagem no controle de sintomas.
Sistematização da assistência de enfermagem em oncologia.
II ONCOLOGIA CIRÚRGICA.
Objetivos da cirurgia oncológica.
Prevenção e controle de infecção no paciente cirúrgico
oncológico.
Processo de cirurgia segura. 4 Sistematização da assistência
de enfermagem (SAE) no pré e pós-operatório: em cirurgias
em pacientes portadores de câncer de mama, de pulmão, de útero
e ovário, gastrointestinal e hepático, na região da cabeça
e pescoço, do sistema nervoso central.
Cicatrização de feridas.
Coberturas e dispositivos de drenagem (sondas e drenos).
Ostomias nos pacientes portadores de câncer gastrointestinal e na região
da cabeça e pescoço.
Sistematização da assistência de enfermagem em radioterapia.
Controle da dor.
Educação e planejamento para a alta.
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TECNOLOGISTA JÚNIOR – ÁREA: ENFERMAGEM –
ESPECIALIDADE: ONCOLOGIA CLÍNICA:
I ONCOLOGIA GERAL.
O problema do câncer no Brasil e ações de prevenção
primária e secundária no controle do câncer.
Oncogênese.
Assistência de enfermagem em radioterapia.
Assistência de enfermagem em quimioterapia.
Assistência de enfermagem em cateter venoso central.
Assistência de enfermagem em oncohematologia.
Assistência de enfermagem em oncologia cirúrgica.
Emergências oncológicas.
Bioética.
Assistência de enfermagem em cuidados paliativos.
Assistência de enfermagem no controle de sintomas.
Sistematização da assistência de enfermagem em oncologia.
II ONCOLOGIA CLÍNICA.
Prevenção e controle de infecção no paciente clínico
oncológico.
Sistematização da assistência de enfermagem (SAE): Linfoma
de Hodgkin.
Linfomas não- Hodgkin.
Leucemia.
Mieloma Múltiplo.
Emergências Oncológicas:
Neutropenia febril.
Coagulação Vascular Disseminada.
Síndrome de Compressão Medular.
Síndrome de Lise Tumoral.
Consulta de Enfermagem em Quimioterapia.
Quimioterapia: ciclo celular.
Preparo e administração tipos de quimioterapia.
Tipos de quimioterápicos.
Tipos de toxicidades.
Efeitos colaterais.
Extravasamento.
Avaliação de exames hematológicos.
Prevenção e controle de eventos adversos.
Biossegurança.
Risco ocupacional.
Imunoterapia: definição.
Indicações.
Efeitos colaterais.
Terapia alvo molecular: definição, alvos e indicações.
Efeitos colaterais e suas precauções.
Dispositivos para acesso venoso central: tipos de dispositivos para acesso venoso
central.
Vantagens e desvantagens.
Complicações decorrentes da inserção de dispositivos
para acesso venoso central.
Técnica de manipulação e manutenção dos dispositivos
para acesso venoso central.
Controle de sintomas: dor, fadiga, mucosite, diarreia, constipação.
Educação para o acompanhamento da terapêutica quimioterápica.
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TECNOLOGISTA JÚNIOR – ÁREA: ESTATÍSTICA
– ESPECIALIDADE: SAÚDE PÚBLICA ÊNFASE EM BIOESTATÍSTICA:
Sistemas de Informação no Brasil.
Sistemas de Informação sobre Câncer no Brasil e no Mundo
– em especial Registros de Câncer.
Epidemiologia do Câncer, com concentração em método
epidemiológico.
Aplicativos para confecção de planilhas eletrônicas, análise
estatística e epidemiológica:
Excel, EPIINFO, SPSS, S-Plus, Stata, SAS.
Manuseio de bancos de dados governamentais de informações na área
da saúde: SIM, AIH, APAC.
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TECNOLOGISTA JÚNIOR – ÁREA: FARMÁCIA –
ESPECIALIDADE: FARMÁCIA HOSPITALAR:
O ciclo celular.
As bases moleculares do câncer.
Carcinogênese.
Apoptose.
Resistência tumoral.
Farmacologia dos medicamentos de uso geral, psicoativos, antineoplásicos,
repositores hidroeletrolíticos.
Dispensação hospitalar.
Dispensação ambulatorial.
Gestão de estoque.
Atenção farmacêutica em oncologia.
Farmácia clínica em oncologia.
Farmacotécnica magistral em oncologia.
Farmacoepidemiologia e farmacovigilância em oncologia.
Terapia nutricional do paciente oncológico.
Infecção Hospitalar.
Controle farmacológico da dor.
Farmacoeconomia.
Preparo de medicamentos estéreis e não estéreis e medicamentos
antineoplásicos.
Controle da contaminação em produção de medicamentos
estéreis e não estéreis.
Matemática aplicada à farmácia hospitalar.
Garantia e controle de qualidade.
Pesquisa clínica.
Biossegurança.
Toxicologia e saúde ocupacional.
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TECNOLOGISTA JÚNIOR – ÁREA: FÍSICA OU FÍSICA
MÉDICA – ESPECIALIDADE: AUDITOR DE QUALIDADE EM RADIOTER APIA:
Normas Técnicas: Regulamento técnico para o funcionamento de
serviços de radioterapia da ANVISA.
Diretrizes básicas de proteção radiológica e requisitos
de radioproteção e segurança para serviços de radioterapia
da CNEN.
Protocolos de Controle de Qualidade e Dosimetria.
Procedimentos para a realização do controle de qualidade dos aceleradores
lineares de fótons e elétrons.
Procedimentos para a realização do controle de qualidade das unidades
de Co-60.
Procedimentos para a realização do controle de qualidade de irradiadores
de Ir-192 para braquiterapia de alta taxa de
dose.
Garantia da qualidade dos instrumentos de medida.
Auditorias de qualidade.
Determinação da dose absorvida na água de feixes clínicos
de raios gama de Co-60.
Determinação da dose absorvida na água de feixes clínicos
de fótons de alta energia.
Determinação da dose absorvida na água de feixes clínicos
de elétrons de alta energia.
Calibração cruzada de câmaras de ionização
cilíndricas.
Calibração cruzada de câmaras de ionização
de placas paralelas.
Calibração de fontes de Ir-192 para braquiterapia de alta taxa
de dose com câmaras de ionização tipo poço.
Controle de qualidade das câmaras de ionização tipo poço.
Dosimetria clínica em radioterapia.
Detectores de radiação utilizados em radioterapia: câmaras
de ionização, dosímetros termoluminescentes, dosímetros
opticamente estimulados, filmes radiológicos e radiocrômicos, diodos
e mosfets.
Dosimetria termoluminescente em radioterapia.
Fundamentos e prática de educação a distância.
Uso da dosimetria TLD em sistemas postais de avaliação de parâmetros
de qualidade.
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TECNOLOGISTA JÚNIOR – ÁREA: FÍSICA OU FÍSICA
MÉDICA – ESPECIALIDADE: MEDICINA NUCLEAR:
Física da emissão de pósitrons e aniquilação.
Aquisição e correção de dados e configuração
de sistemas PET.
Reconstrução de imagem.
Análise de imagem.
Avaliação de desempenho de sistemas PET.
Fundamentos de Física Atômica e Nuclear: Estrutura da Matéria.
Radiações Ionizantes.
Interação da Radiação com a Matéria.
Efeitos Biológicos das Radiações: Mecanismos de Interação
das Radiações com o Tecido Humano.
Efeitos Biológicos Provocados pela Radiação.
Efeitos Estocásticos e Determinísticos.
Princípios de Radioproteção: Sistema de Radioproteção:
Justificação.
Limitação e Otimização.
Grandezas e Unidades Radiológicas.
Fatores de Proteção.
Instrumentação Nuclear – Medição: Princípios
de Detecção da Radiação.
Propriedades dos Instrumentos de Medição.
Controle Operacional de Equipamentos.
Operação.
Manutenção Preventiva e Aferição.
Monitoração: de Área e Individual.
Noções básicas de cálculo de blindagem.
Requisitos normativos quanto ao pessoal mínimo necessário em um
Serviço de Medicina Nuclear.
Teste na instrumentação: Equipamentos a serem testados.
Tipos e importância dos testes a serem realizados.
Periodicidade dos testes.
Periodicidade das calibrações.
Controle de qualidade do calibrador de dose: Tipos e importância dos testes
a serem realizados.
Periodicidade dos testes.
Controle de qualidade da gamacâmara: Tipos e importância dos testes
a serem realizados.
Periodicidade dos testes.
Dependências indispensáveis de um Serviço de Medicina Nuclear.
Requisitos normativos quanto aspectos de projetos das seguintes áreas:
Classificação de áreas.
Local de Armazenamento de rejeitos.
Laboratório de manipulação.
Quarto terapêutico.
Sala de ergometria (externa).
Sala de exames que requeiram inalação.
Principais tópicos a serem abordados no Plano de Proteção
Radiológica.
Requisitos de radioproteção na administração e manipulação
dos radiofármacos: Quanto à proteção individual
dos
trabalhadores (indivíduos ocupacionalmente expostos).
Quanto à bancada ou superfície onde há manipulação
de radiofármacos.
Requisitos normativos e procedimentos relativos aos trabalhadores (indivíduos
ocupacionalmente expostos):
Quanto à monitoração individual.
Quanto ao programa de saúde ocupacional.
Quanto ao treinamento.
Requisitos normativos e procedimentos relativos à monitoração
de área e contaminação de superfície.
Requisitos normativos e procedimentos relativos à monitoração
de contaminação dos trabalhadores
(indivíduos ocupacionalmente expostos).
Procedimentos de descontaminação de superfícies.
Procedimentos de descontaminação de trabalhadores (indivíduos
cupacionalmente expostos).
Requisitos normativos quanto aos procedimentos relativos à internação
e liberação de pacientes em quarto terapêutico.
Classificação de Rejeitos Radiativos.
Requisitos normativos quanto à gerência de rejeitos de uma instalação
radiativa:
Segregação.
Armazenamento.
Eliminação.
Transporte interno.
Requisitos normativos quanto ao local de armazenamento de rejeitos radioativos.
Cálculo do prazo de armazenamento de rejeitos radiativos líquidos
e sólidos.
Requisitos normativos quanto à identificação do recipiente
utilizado no armazenamento de rejeitos radiativos.
Requisitos normativos quanto à confecção e manutenção
do inventário de rejeitos radiativos.
Requisitos normativos quanto à adequação e periodicidade
dos registros de Ocorrências Radiológicas.
Controle de Qualidade dos Equipamentos.
Monitoração de Área.
Monitoração de Superfície.
Gerência de Rejeitos e dose acumulada.
Procedimentos para situações de emergência.
Regulamentos e Normas Aplicáveis.
Normas da Comissão Nacional de Energia Nuclear:
Diretrizes Básicas de Proteção Radiológica: Norma
CNEN-NN-3.01 e suas Posições Regulatórias.
Serviço de Radioproteção: Norma CNEN-NE-3.02.
Certificação da Qualificação de Supervisores de
Radioproteção: Norma CNEN-NN-3.03 e suas Posições
Regulatórias.
Transporte de Material Radioativo: Norma CNEN-NE-5.01 e suas Posições
Regulatórias.
Gerência de Rejeitos Radioativos em Instalações Radiativas:
Norma CNEN-NE-6.05.
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TECNOLOGISTA JÚNIOR – ÁREA: FÍSICA OU FÍSICA
MÉDICA – ESPECIALIDADE: RADIOLOGIA:
Fundamentos de radiologia convencional.
Equipamentos básicos.
Fluoroscopia e técnicas associadas.
Outros sistemas de formação de imagens radiológicas.
Características e qualidade da imagem radiológica.
Tomografia convencional e computadorizada.
Proteção radiológica e dosimetria.
Controle de qualidade em radiodiagnóstico.
Processamento digital de imagens.
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TECNOLOGISTA JÚNIOR – ÁREA: FÍSICA OU FÍSICA
MÉDICA – ESPECIALIDADE:
RADIOTERAPIA:
Dosimetria.
Fontes de radiações: equipamentos de ortovoltagem, unidades de
cobalto 60 e aceleradores lineares.
Grandezas e unidades: radiometria, coeficientes de interações,
dosimetria e radioatividade.
Instrumentação: tipos de câmaras de ionização,
eletrômetros e controle de qualidade.
Métodos de medida: ionização, filmes, TLD, dosímetros
químicos e calorímetros.
Equilíbrio de partículas carregadas.
Dose e Kerma.
Teoria cavitária: Bragg-Gray e Spencer-Attix.
Testes de aceite e controle de qualidade: testes mecânicos e elétricos;
parâmetros físicos.
Protocolos de dosimetria.
Protocolo da AIEA: especificação da dose absorvida.
Determinação da energia do feixe.
Formalismo.
Determinação da dose absorvida.
Fatores de correção.
Planejamento de tratamento.
Simulação e aquisição de dados do paciente.
Conceitos básicos: FAC; BSF; PDP; TAR; SAR; TPR; TMR.
Terapia com campos estacionários e móveis: campo direto.
campos paralelos e opostos.
Múltiplos campos.
Rotatório.
Arcoterapia.
Correções de falta de tecido e heterogeneidades.
Campos irregulares.
Técnicas especiais: irradiação de meio corpo e de corpo
inteiro, irradiação total de pele.
Feixe de elétrons.
Distribuição de dose: linhas decrementais e construção
de curvas de isodose.
Técnicas modernas de tratamento: radiocirurgia estereotáxica,
radioterapia intraoperatória, IMRT e IGRT.
Braquiterapia.
Fontes de radiação seladas: tipos.
Implantes: cálculo e reconstrução tridimensional.
Inserções ginecológicas: sistemas de Manchester, de Fletcher
e de Paris.
Sistema remoto de "After Loading": HDR e LDR.
Distribuição de isodose: obtenção.
Técnicas modernas de implantes.
Proteção radiológica.
Dose equivalente: conceito e unidade.
Sistemas de limitação de dose: justificativa; otimização;
limitação de dose individual.
Barreiras e blindagens: critérios e cálculos.
Levantamento radiométrico: identificação e classificação
das áreas.
Monitoração individual externa: tipos de monitoração.
Controle de dose dos usuários.
Medidas de segurança.
Preparação e resposta para situações de emergência.
Transporte de materiais radioativos.
Normas da Comissão Nacional de Energia Nuclear.
Radiobiologia.
Conceitos: LET e RBE.
Fatores: efeito oxigênio; modificadores químicos e farmacológicos;
radiosensibilidade no ciclo celular; taxa de dose.
Cinética: tumoral, celular e residual.
Efeitos: agudos e tardios.
No embrião e no feto; e em tecidos.
Noções de medicina.
Anatomia e fisiologia humana.
Oncologia.
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TECNOLOGISTA JÚNIOR – ÁREA: FISIOTERAPIA:
Oncologia: epidemiologia, estadiamento,
tratamento cirúrgico, radioterápico, quimioterápico e seus
efeitos colaterais mais prevalentes: mama,
colo de útero, ovário, próstata, cabeça e pescoço,
sistema nervoso central, tumores ósseos e de partes
moles; tumores gastrointestinais.
2 Abordagem fisioterapêutica na promoção, prevenção,
cura das
sequelas do tratamento oncológico dos tumores, incluindo: linfedema de
MMSS, e outras sequelas dos
tratamentos oncológicos da mama, disfunções do assoalho
pélvico, linfedema de MMII e outras
sequelas dos tratamentos dos tumores ginecológicos e urológicos,
paralisias centrais e periféricas,
disfunções temporo-mandibulares, amputações de extremidades
e outras sequelas funcionais dos
tratamentos dos tumores ósseos e de partes moles; controle da dor oncológica.
3 Prescrição de órteses
e próteses.
4 Abordagem fisioterapêutica em cuidados paliativos dos tumores de mama,
colo do útero,
ovário, próstata, cabeça e pescoço, sistema nervoso
central, tumores ósseos e de partes moles, tumores
gastrointestinais.
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TECNOLOGISTA JÚNIOR – ÁREA: FONOAUDIOLOGIA:
Avaliação vocal através da análise perceptivo-auditiva.
Avaliação e reabilitação das disfagias (mecânica
e neurogênica) através da avaliação clínica
da deglutição e/ou com outros
métodos de avaliação.
Sequelas do tratamento radioterápico e quimioterápico no câncer
de laringe orofaringe, nasofaringe e cavidade oral (voz e
deglutição).
Abordagem fonoaudiológica na prevenção e tratamentos de
sequelas funcionais dos tratamentos dos tumores de boca,
laringe e tumores encefálicos.
Domínio da técnica de troca e reabilitação de pacientes
com prótese traqueoesofágica, laringe eletrônica, voz esofágica
e
reabilitação do olfato.
Avaliações funcionais fonoaudiológicas.
Definição de condutas terapêuticas para a reabilitação
do paciente através da avaliação clínica da deglutição
com ausculta
cervical e outros métodos de avaliação.
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