
Depois de 180 anos, os restos mortais do imperador Dom Pedro I e de suas duas mulheres foram exumados.
O site do jornal O Estado de São Paulo publicou os resultados dos exames feitos em sigilo. Tomografias revelaram que Dom Pedro I era muito mais baixo do que se pensava e que uma fratura nas costelas do lado esquerdo prejudicou um dos pulmões e acelerou a tuberculose. A doença matou o imperador aos 36 anos.
Os cientistas se surpreenderam ao descobrir que o corpo da Imperatriz Dona Amélia foi mumificado. O esqueleto da imperatriz Dona Leopoldina não trazia sinais de fratura no fêmur, ao contrário do que registravam os livros de história.
A exumação fez parte do trabalho de mestrado da arqueóloga e historiadora Valdirene do Carmo Ambiel, defendido na segunda-feira (18) no museu de arqueologia da USP.
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